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Julio Iglesias se pronuncia sobre acusações de abuso sexual e tráfico de pessoas

Publicada em: 19/01/2026 10:43 -

Nesta semana, o cantor e compositor espanhol Julio Iglesias foi acusado de abuso sexual e tráfico de pessoas por duas ex-funcionárias. As mulheres, que  se identificaram sob os pseudônimos de "Rebecca" e "Laura, alegam ter sido submetidas a "toques inapropriados, insultos e humilhação" quando trabalharam para o artista em 2021, na República Dominicana e nas Bahamas, durante 10 meses.

Na sexta, 16, Iglesias quebrou o silêncio sobre o caso e se pronunciou através do Instagram. Segundo o cantor, as acusações seriam "completamente falsas" e lhe "causam muita tristeza". Ele negou "ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher" e acrescentou que as mensagens de apoio que recebeu lhe trouxeram "grande conforto".

Na sexta, 16, Iglesias quebrou o silêncio sobre o caso e se pronunciou através do Instagram. Segundo o cantor, as acusações seriam "completamente falsas" e lhe "causam muita tristeza". Ele negou "ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher" e acrescentou que as mensagens de apoio que recebeu lhe trouxeram "grande conforto".

"Rebecca" relatou que o cantor a chamava em seu quarto ao final do turno e a tocava sem consentimento, muitas vezes na presença de outra funcionária. Ela descreveu sentir-se "como uma escrava". Já "Laura" alegou ter sido beijada na boca e apalpada contra sua vontade. Ambas relataram que havia "uma atmosfera de controle e assédio constante" para os funcionários e acusaram o cantor de "normalizar o abuso" (via NME).

Segundo o elDiario.es, as entrevistas com as ex-funcionárias "descrevem as condições de isolamento das mulheres, as disputas trabalhistas, a estrutura hierárquica da equipe e o clima tenso criado pelo temperamento explosivo de Iglesias".

O portal também afirmou que as duas mulheres foram "entrevistadas repetidamente ao longo de mais de um ano e seus relatos permaneceram consistentes durante todo o processo". As alegações são sustentadas por "extensas provas documentais", incluindo fotografias, registros de chamadas, mensagens de WhatsApp e relatórios médicos.

A denúncia das duas mulheres foi apresentada pela organização feminista interseccional Women's Link Worldwide. Segundo a ONG, elas eram jovens latino-americanas "em situação de vulnerabilidade e altamente dependentes de seus salários devido às suas condições econômicas e sociais". A gravadora de Iglesias, a Sony, se recusou a comentar as alegações.

 

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